Corrigindo travamento do OpenOffice 3 no Arch Linux

Com a atualização OpenOffice para a versão 3 no Arch Linux alguns problemas aconteceram, um deles era o travamento do mesmo. Para resolver este problema adicone a seguinte linha no seu arquivo ~/.bashrc:

export OOO_FORCE_DESKTOP=gnome

Outro problema encontrado foi que o mesmo perdia o spell check (verificador de texto) do Portugues Brasileiro, para fazê-lo voltar:

Vá ao menu Tools > Extension Manager e carregue o arquivo em:

/opt/openoffice/share/extension/install/dict-pt.oxt

E você terá o OpenOffice 3 funcionando redondinho no seu Arch Linux.

Protetor de tela – Screensaver simples no Arch Linux

Depois de algumas tentativas tentando trancar o meu computador quando o mesmo se encontrasse inativo durante algum período (eu não estive mais na frente do computador) e perguntando como fazê-lo sem instalar os gerenciadores do gnome ou kde ou enfins. O Alisson me indicou um programa que resolveu, e muito bem, o meu problema. O programa chama-se xscreensaver e a instalação e configuração do mesmo no Arch Linux é bem simples e amigável (feita pelo pacman):

# pacman -S xscreensaver

Depois é só rodar dois comandos como usuário que está logado no X e configurar tudo com o configurador gráfico do xscreensaver:

$ xscreensaver & xscreensaver-demo

Depois de configurado de acordo com a necessidade de cada um (eu escolhi rodar o protetor de tela com 2 minutos em idle e ativar o trancamento por senha logo após subir o protedor de tela) é só adicionar o programa no .xinitrc para que o mesmo rode a cada inicialização do X:

vi ~/.xinitrc
#
# ion3 start
#
xrdb ~/.Xresources
(trayion&xscreensaver&)
exec ion3

Pronto, se você quiser, também pode escolher mais algumas opções lendo o arquivo ~/.xscreensaver que é auto-explicativo.

Até a próxima.

Instalando a fonte Monaco (do Textmate) no Arch Linux

De uns tempos pra cá, eu vinha sempre tentando achar uma fonte legal para programar no linux, sempre vendo aqueles screencasts utilizando o textmate com a fonte Monaco. Então eu pensei, deve haver um jeito de instalar essa fonte no meu Linux. Foi então que eu comecei a pesquisar e consegui utilizar a mesma.

Vamos começar o processo de instalação baixando a fonte:

$ cd ~/
$ wget http://www.gringod.com/wp-upload/software/Fonts/Monaco_Linux.ttf

Agora que já temos a fonte, só precisamos instalá-la:

$ su
# cd /usr/share/fonts/TTF
# mkdir myfonts
# cd myfonts
# cp /home/user/Monaco_Linux.ttf .
# chown root.root *.ttf
# mkfontdir
# cd ..
# fc-cache
# exit

Com isso já temos a fonte Monaco instalada, agora vamo configurar algumas coisas para que ela fique com a mesma aparencia do que no MacOSX.

$ cd ~/
$ touch .fonts.conf
$ vi .fonts.conf

E então adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:

<?xml version="1.0"?><!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">
<fontconfig>
 <match target="font" >
  <edit mode="assign" name="rgba" >
   <const>none</const>
  </edit>
 </match>
 <match target="font" >
  <edit mode="assign" name="hinting" >
   <bool>true</bool>
  </edit>
 </match>
 <match target="font" >
  <edit mode="assign" name="hintstyle" >
   <const>hintmedium</const>
  </edit>
 </match>
 <match target="font" >
  <edit mode="assign" name="antialias" >
   <bool>true</bool>
  </edit>
 </match>
 <match target="font" >
  <test qual="any" name="family">
   <string>Monaco</string>
  </test>
  <edit name="autohint" mode="assign">
   <bool>true</bool>
  </edit>
  <edit name="hintstyle" mode="assign">
   <const>hintnone</const>
  </edit>
 </match>
</fontconfig>

Agora podemos utilizar a fonte em vários lugares, atualmente eu estou utilizando no terminal (urxvt) e no emacs, porém como eu vou fazer um post mais pra frente sobre como editar o emacs, vou deixar para explicar lá como fazer para colocar a fonte no mesmo.

$ cd ~/
$ vi .Xresources

Edite da seguinte maneira:

! Global
Xft.antialias: true
Xft.rgba      : rgb
Xft.hintstyle : hintfull
Xft.hinting   : true
! URxvt
URxvt*xftAntialias: true
URxvt*background: #242424
URxvt*foreground: #fafffa
URxvt*font: xft:Monaco:pixelsize=11:antialias=false
URxvt*boldFont : xft:Monaco: pixelsize=11:weight=bold

E logo em seguida carregue com o xrdb:

$ xrdb ~/.Xresources

Pronto, agora você já estará usando a fonte Monaco no urxvt do seu Arch Linux com a mesma aparência do que no MacOSX.

Começando no Erlang

Olá, sou o mais novo membro do Pognation (vulgo blog do Stallone xD) e vou começar a postar sobre minhas experiências malucas com linguagens, começando com ERLANG.

Segundo o sagrado Wikipedia, Erlang é uma linguagem de programação concorrente e funcional, dinâmicamente tipada. Originalmente desenvolvida pela Ericsson, liberada como opensource em 1998.

O paradigma funcional (Haskell, OCaml, F#, só para citar alguns outros exemplos) é difícil de “digerir” para o desenvolvedor acostumado somente com Orientação a Objetos (no meu caso, Delphi, Ruby, C#, Java, Python). Mas como acredito que aprender uma linguagem nova me torna melhor em outras (know your enemy! Brincadeirinha ^^), vamos matar esse leão!

Ah, estou no Archlinux, então se virem para instalar o Erlang em suas distros favoritas :P

01 – Instaladno o Erlang

# pacman -S erlang

Assim teremos o ambiente Erlang instalado e sua shell, o erl.

Abra a shell do Erlang:

$ erl
<em>Erlang (BEAM) emulator version 5.6.3  [smp:2] [async-threads:0] [hipe] [kernel-poll:false]
Eshell V5.6.3  (abort with ^G)
1>

Vamos brincar com a calculadora:

1> 4*4.
<em>16
2>

OBS.: Nunca se esqueça do ponto(.) no final da expressão!

Ficar mofando no shell é maçante, então vamos criar um programa de exemplo (feche o erl com CTRL + C, depois A):

Abra seu editor favorito e crie o arquivo exemplo.erl com este conteúdo:

-module(exemplo).
-export([double/1]).
double(X) -> 2*X.

Programação funcional é meio estranha, mas não é difícil entender que este programa dobra o valor de um número.

Agora abra o erl novamente, na mesma pasta do programa de teste e compile-o:

1> c(exemplo).
<em>{ok,exemplo}

E agora veja o resultado chamando o nosso “programa”:

2> exemplo:double(10).
<em>20
3>

Agora vamos explicar algumas coisas neste programa:

-module(exemplo).

Programas Erlang são criados em arquivos de texto com a extensão .erl, e o nome do arquivo deve ser igual ao nome do módulo(uma convenção semelhante ao Java). Quando usamos uma função em outro módulo, a sintaxe padrão é nome_do_módulo:nome_da_função(argumentos). Por isso temos:

2> exemplo:double(10).

A segunda linha do programa nos informa que o módulo exemplo contém uma função chamada double que recebe um argumento(X em nosso exemplo) e que esta função pode ser chamada fora do módulo exemplo(algo como encapsulamento público):

-export([double/1]).

Tudo bem até aqui, certo? Respirem fundo para o exemplo clássico de programa que calcula o fatorial de um número:

fatorial.erl
<em>-module(fatorial).
-export([fac/1]).
fac(1) -> 1;
fac(N) -> N * fac(N - 1).

Compile o programa no erl:

1> c(fatorial).
<em>{ok,fatorial}

E faça um teste calculando o fatorial de 4:

2> fatorial:fac(4).
<em>24

Agora vamos às explicações:

A primeira linha de código da função:

fac(1) -> 1;

Nos diz que o fatorial de 1 é 1, e o “;” indica que há mais “exemplos” desta função.

Na segunda e última linha:

fac(N) -> N * fac(N-1).

Utilizamos a recursividade para calcular o fatorial do argumento que será passado à função, aliás, acostumem-se com isso, pois loops são todos feitos assim no Erlang! *head explodes*

Esse foi o primeiro de uma série de posts sobre minhas aventuras no paradigma funcional, estou aprendendo ainda, mas espero poder dividir isto com a galera esperta que frequenta o blog :)

Django Pagination – Paginação fácil no Django

Estava eu, rodando pela internet no site da comunidade oficial do django quando me deparei com dois novos screencasts nesse site, e como sou bem curioso fui olhar.

O primeiro nem me chamou muito a atenção, a não ser pelo nível de organização do cara que é bastante interessante, porém no segundo ele apresentou uma aplicação chamada django-pagination, que torna muito fácil fazer paginação utilizando o framework django.

A utilização da mesma se dá de maneira bem fácil e é sobre isso que vou discorrer neste artigo, de acordo com as alterações que o autor do artigo original citou no screencast.

01 – Instalando a django-pagination para ser usada em todos os projetos;

Como feito no primeiro screencast (que citei o site acima) eu instalei a django-pagination junto com o meu django e em seguida linkei para o site-packages para poder ser usada em qualquer projeto, vamos então aos passos:

a) Baixe o source do google-source pelo SVN:

# cd /var/www/apps/python/
svn checkout http://django-pagination.googlecode.com/svn/trunk/ django-pagination

Logo após terminar, registre no site-packages do seu sistema, como eu uso o Archlinux, e sendo ele um *nix que suporta bash… resolvi usar o script pylink citado pelo autor para fazê-lo de maneira mais prática:

b) Crie o script em um arquivo chamado pylink:

pylink

#!/bin/bash ln -s `pwd`/$1 `python -c "from distutils.sysconfig import get_python_lib; print get_python_lib()"`/$1

c) Dê permissão para que os usuários possam utilizá-lo:

# chmod 755 pylink

Aqui no Archlinux eu também linkei ele para uma pasta de binários locais que eu utilizo:

# ln -s `pwd`/pylink /usr/local/bin/pylink

d) Agora é só utilizá-lo para adicionar o pagination no site-packages do seu sistema:

 # cd django-pagination/
# pylink pagination

Com o django-pagination instalado podemos então modifcar o projeto:

02 – Alterando o arquivo settings.py do projeto;

Primeiramente é preciso adicionar os TEMPLATES_CONTEXT_PROCESSORS logo embaixo das MIDDLEWARE_CLASSES no arquivo settings.py do projeto no qual estaremos instalando a aplicação django-pagination:

settings.py

TEMPLATE_CONTEXT_PROCESSORS = ( "django.core.context_processors.auth", "django.core.context_processors.debug", "django.core.context_processors.i18n", "django.core.context_processors.media", "django.core.context_processors.request", )

Logo após também é necessário adicionar a aplicação pagination no seu settings.py:

settings.py

INSTALLED_APPS = ( 'django.contrib.auth', 'django.contrib.contenttypes', 'django.contrib.sessions', 'django.contrib.sites', 'django.contrib.admin', 'twitter', 'pagination', )

E, em seguida adicionar o middleware da aplicação também no arquivo settings.py do projeto:

settings.py

MIDDLEWARE_CLASSES = ( 'django.middleware.common.CommonMiddleware', 'django.contrib.sessions.middleware.SessionMiddleware', 'django.contrib.auth.middleware.AuthenticationMiddleware', 'django.middleware.doc.XViewMiddleware', 'pagination.middleware.PaginationMiddleware', )

Por incrível que pareça não é necessário alterar nada nos models nem nas views do projeto e simplesmente alterando o templete conseguimos implementar a paginação utilizando a django-pagination.

03 – Alterando o template:

As alterações no template consistem em:

a) Adicionar a tag {% load pagination_tags %} no topo do template:

public.html

{% load pagination_tags %} <html>

b) Adicionar a tag {% autopaginate v n %} antes do loop que vai preencher a página. Onde v é a variável que contém os registros que vamos carregar no loop e n é o número de registros que queremos exibir por página, sendo o n padrão igual a 20. Segue um exemplo:

public.html

{% autopaginate tweets 10 %} {% for tweet in tweets %} <p><b>{{ tweet.user.username }}</b> said: {{ tweet.message }}</p> {% endfor %}

c) Adicionar a tag {% paginate %} logo após o loop, para aparecer o rodapé de navegação na página:

public.html

{% autopaginate tweets 10 %} {% for tweet in tweets %} <p><b>{{ tweet.user.username }}</b> said: {{ tweet.message }}</p> {% endfor %} {% paginate %}

E vualá, você terá 10 registros sendo exibidos por página…

Você pode se perguntar: Eu estou carregando todos os registros para somente apresentar 10 por vez, e vou recarregar toda vez que eu mudar de página? Isso vai ficar muito lento!

Exatamente, se você adicionar a tag {% autopaginate v n %} antes do seu loop só serão carregados os registros dá página em que você estará navegando. Então segundo as palavras do próprio autor: Você não precisa nem hesitar em não usar a django-pagination em seus projetos.

Obrigado pela atenção e até a próxima.

Desligando o Linux com o botão Power do Computador

Essa já não é novidade nenhuma e eu tenho plena certeza de que há mais meios de configurar esta tarefa porém nenhuma mais POG do que esta.

Na realidade não tão POG, pois o nosso amigo Gnome utiliza-se da mesma técnica que o Paulo Matias usou para realizar esta simples tarefa. Então vamos à grande explicação com um pouco de história.

Estava eu, sentado na frente do computador, quando tive a brilhante idéia de que meu Linux não tinha algum monitor do botão de power, e sempre conversando com o Paulo via Jabber ou IRC terminei falando pra ele, pois num teste recente pude conferir que o FreeBSD já vinha com essa opção ativada por padrão.

O que me assustou foi que ele já veio falando todos os métodos de como montar a tal e já tendo em mente todas as possíveis linguagens de programação (na mente dele Python e C) logo pensando no quesito de que o arquivo iria ficar aberto pelo tempo que o computador ficasse ligado, o Paulo levou em consideração criar o programa na linguagem C.

A técnica se baseia em ter um arquivo aberto sendo lido sempre para que quando você apertar o botão de liga/desliga do computador (não o do teclado) o mesmo acesse o arquivo e desligue o computador.

Eu realizei os testes no meu Archlinux, e como o Paulo também usa Archlinux, tudo ocorreu como esperado, vamos então a instalação e configuração de tal script.

A instalação dá-se de maneira bem simples, copie e cole o código abaixo em um arquivo com nome de acpi-power-button-monitor.c em qualquer lugar de seu computador (no meu caso eu copiei na ~/).

acpi-power-button-monitor.c

/* ACPI power button monitor. * Copyright (c) 2008 Paulo Matias * * Redistribution and use in source and binary forms, with or without * modification, are permitted provided that the following conditions are * met: * * 1. Redistributions of source code must retain the above copyright * notice, this list of conditions and the following disclaimer. * 2. Redistributions in binary form must reproduce the above copyright * notice, this list of conditions and the following disclaimer in the * documentation and/or other materials provided with the distribution. * 3. The name of the author may not be used to endorse or promote * products derived from this software without specific prior written * permission. * * THIS SOFTWARE IS PROVIDED BY THE AUTHOR ``AS IS'' AND ANY EXPRESS OR * IMPLIED WARRANTIES, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES * OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE ARE DISCLAIMED. IN * NO EVENT SHALL THE AUTHOR BE LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, * SPECIAL, EXEMPLARY, OR CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED * TO, PROCUREMENT OF SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR * PROFITS; OR BUSINESS INTERRUPTION) HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF * LIABILITY, WHETHER IN CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT (INCLUDING * NEGLIGENCE OR OTHERWISE) ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS * SOFTWARE, EVEN IF ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE. */ #include <stdio.h> #include <stdlib.h> #include <assert.h> int main() { static char buf[128]; FILE *fp; assert((fp = fopen("/proc/acpi/event", "r"))); while(1) { fgets(buf, sizeof(buf), fp); if(!strcmp(strtok(buf, " "), "button/power")) { system("halt"); break; } } fclose(fp); return 0; }

Depois só precisamos compilar o código com o seguinte comando:

$ gcc -Os acpi-power-button-monitor.c -o acpi-power-button-monitor

E então copiar o arquivo compilado (programa já pronto para execução) para a pasta padrão dos programas da sua distribuição Linux. No caso do Archlinux esta pasta fica em /usr/bin:

# mv acpi-power-button-monitor /usr/bin
# chmod 755 /usr/bin/acpi-power-button-monitor

E depois também precisamos chamar este programa na inicialização do Linux, modificando no arquivo /etc/rc.local no caso do Archlinux:

# vi /etc/rc.local

#!/bin/bash # # /etc/rc.local: Local multi-user startup script. # /usr/bin/acpi-power-button-monitor &

Com o programa sendo inicializado juntamente com o Linux, podemos então simplesmente testá-lo a partir da próxima vez que ligarmos o computador.

Lembrando que o mesmo consome 380Bytes de memória ram, irrisório para os computadores de hoje.

Obrigado e até a próxima.

AutoFS: Montando seus drives automaticamente no Arch Linux

Assim como eu traduzi o artigo da wiki (http://wiki.archlinux.org/index.php/AutoFS_HowTo) para o português em (http://wiki.archlinux-br.org/Autofs) também vou adicionar um post aqui (para me lembrar em um futuro distante claramente) sobre o AutoFS.

O que é o AutoFS?
AutoFS é um pacote que suporta a montagem/desmontagem de drivers automaticamente, ou seja, ele monta e desmonta os devices automaticamente quando você tenta acessá-los. Com ele é possível montar CDs, DVDs, disquetes, Pendrivers e mais alguns.

Instalação e configuração:
Assim como a grande maioria dos pacotes do Archlinux, vamos utilizar o pacman para instalação:

# pacman -Sy autofs

01 – Edite o arquivo:

/etc/autofs/auto.master

Apague todo o conteúdo do arquivo e adicione a seguinte linha:

/media /etc/autofs/auto.media

Obs: Não esqueça de criar uma linha extra no arquivo (aperte ENTER depois da útlima palavra (media)). Se você não adicionar uma linha em branco depois da linha acima, a daemon do AutoFS não vai funcionar corretamente.

Se, no final deste artigo, o AutoFS não desmontar corretamente seus drivers, substitua a linha acima por esta:

/media /etc/autofs/auto.media --timeout=3

02 – Crie o arquivo /etc/autofs/auto.media com o seguinte conteúdo:

cdrom -fstype=iso9660,ro,nodev,nosuid :/dev/cdrom
dvd -fstype=udf,ro,nodev,nosuid :/dev/dvd
floppy -fstype=auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/fl
usbstick -fstype=auto,async,nodev,nosuid,umask=000 :/dev/sda1

Talvez você precise alterar os devices (isso varia de acordo com cada sistema).

03 – Crie o arquivo:

/etc/default/autofs

e adicione a linha abaixo:

TIMEOUT=1

04 – Abra o arquivo:

/etc/conf.d/autofs

e edite a linha daemonoptions:

daemonoptions="-g"

05 – Crie a pasta /media:

# mkdir /media

06 – Carregue o módulo autofs4:

# modprobe autofs4

07 – Suba a daemon do autofs:

# /etc/rc.d/autofs start

Para inicializar normalmente a daemon em todo boot, adicione a mesma e o módulo nas suas respectivas arrays no arquivo /etc/rc.conf.
Para mais dúvidas ou possíveis problemas, visite a wiki oficial do archlinux-br http://wiki.archlinux-br.org/Autofs.

Até mais.